O vídeo abaixo ajuda aquelas pessoas que ainda não conhece muito sobre a religião, entender a doutrina, no que acreditamos e muitas outras coisas.
Primeiro Conselheiro da Área Brasil
Uma parte importante do plano de felicidade de nosso Pai Celeste é o juízo final. Não falamos muito a respeito do dia do julgamento, mas ele ocorrerá. Haverá um julgamento final!
O que sabemos sobre o dia do julgamento? Ele ocorrerá depois da Ressurreição. Deus, por meio de Jesus Cristo, julgará cada um de nós, a fim de determinar que glória eterna receberemos. Esse julgamento final será conforme nossa obediência pessoal aos mandamentos de Deus, incluindo nossa aceitação do sacrifício expiatório de Jesus Cristo (Guia para Estudo das Escrituras, p. 122).
As escrituras esclarecem muitas coisas: “todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo” (Romanos 14:10). “Ninguém há de escapar” (D&C 1:2). Por todas as nossas obras seremos levados a julgamento (ver 1 Néfi 10:20). Especificamente, isso inclui nossas obras (ver Mosias 3:24), nossas palavras (ver Mateus 12:36:37), nossos pecados (ver D&C 101:78) e até o intento e os desejos de nosso coração (ver Morôni 7:9; ver também D&C 137:9). É importante lembrar que somente Ele “[conhece] teus pensamentos e os intentos de teu coração” (D&C 6:16). Além disso, de cada um de nós será exigido um relatório de nossa mordomia (ver D&C 70:4). Será um julgamento justo (ver Mosias 3:10), a ponto de que todos concordem que seu julgamento seja justo (ver Mosias 27:31).
Para os dignos e retos será um glorioso dia (ver 2 Néfi 9:46). Naquele dia eles poderão ter confiança (ver I João 4:17), porque os inocentes têm a promessa de habitar na presença de Deus num estado de felicidade que não tem fim (ver Mórmon 7:7).
Os iníquos o acharão um dia grande e terrível (ver 2 Néfi 26:3). Seus planos e desígnios maldosos tornar-se-ão vergonha e condenação para eles no dia do juízo (ver D&C 10:25). Como um exemplo, quando Alma, o filho, reconheceu seu estado indigno, sofreu as penas do inferno e teria preferido a aniquilação para não ser levado à presença de Deus, a fim de ser julgado (ver Alma 36:11:16).
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Do Quórum dos Doze Apóstolos
A revelação é a comunicação de Deus aos homens. Pode ocorrer de muitas maneiras diferentes. Alguns profetas, como Moisés e Joseph Smith, falaram com Deus face a face. Certas pessoas se comunicaram com anjos. Outras revelações têm vindo, como descreveu o élder James E. Talmage, “por meio dos sonhos ao dormir, ou em visões da mente de quem estava acordado.”1
Nas suas formas mais conhecidas, a revelação, ou inspiração, vêm por meio de palavras ou pensamentos comunicados à mente (vide D&C 8:2-3; Enos 1:10), por ilucidação repentina (vide D&C 6:14-15), através de sentimentos positivos ou negativos sobre uma ação proposta, e até através de desempenhos inspiradores como das belas artes. O Presidente Boyd K. Packer disse: “A inspiração nos vem mais por sentimento do que por audição.”2
Supondo que os irmãos já conhecem as várias formas de revelação ou inspiração, resolvi discutir o assunto em termos de uma diferente classificação, o propósito da comunicação divina. Pude identificar oito propósitos diferentes provindos da comunicação de Deus: (1) para testificar, (2) para profetizar, (3) para consolar, (4) para elevar, (5) para informar, (6) para restringir, (7) para confirmar e (8) para impelir. Desecreverei cada um nesta mesma ordem, dando exemplos.

A Conferência Geral de Abril de 2010 se realizará nos dias 03 e 04 de Abril, os horários estão abaixo:
| Dia | Sessão | Horário (Brasilia) |
|---|---|---|
| 03/04/2010 | Manhã de Sábado | 13:00 |
| 03/04/2010 | Tarde de Sábado | 17:00 |
| 03/04/2010 | Sacerdócio | 21:00 |
| 04/04/2010 | Sacerdócio (retransmissão) | 06:00 |
| 04/04/2010 | Manhã de Domingo | 13:00 |
| 04/04/2010 | Tarde de Domingo | 17:00 |
Lembrando que estará disponível também pela internet nos horários acima, no endereço http://www.lds.org/move/index.html?type=conference&event=april180&lang=portuguese
Presidente da Área Brasil
Nas instruções finais aos Seus discípulos aqui nas Américas, o Salvador os ensinou a respeito da necessidade de se tornarem como Ele.
Ele mesmo fez essa pergunta, que se encontra registrada no Livro de Mórmon, em 3 Néfi 27:27 — “Que tipo de homens devereis ser?” A resposta dada pelo próprio Salvador esclarece essa questão: “Em verdade vos digo que deve reis ser como eu sou”. Nessa escritura o próprio Cristo nos exorta a respeito de nosso esforço para tornar-nos mais e mais semelhantes a Ele, desenvolvendo inclusive as atitudes espirituais que acompanham um verdadeiro discípulo.
Jesus Cristo ensinou o que era necessário para alcançarmos essa qualificação, quando disse: “Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz e siga-me”. No sentido dessa escritura, os que tomam sobre si a sua cruz são os que verdadeiramente amam Jesus Cristo e negam toda iniqüidade e desejos mundanos a si mesmos, para guardar os Seus mandamentos. Para tornar-se um homem de Cristo é necessário despojar-se do homem natural. Isso exigirá todo esforço de nossa parte a fi m de deixarmos de lado nossas reações, nossos interesses pessoais, nossos desejos egoístas e tentar emular os atributos ensinados por Cristo em Sua maneira de viver. Ele mesmo nos fez esse convite por meio daquela experiência quando convidou os primeiros discípulos a segui-Lo — “Vinde após mim, e eu vos fareis pes ca dores de homens” (Mateus 4:19). O convite do Salvador para segui-Lo hoje signifi ca seguir Seu exemplo e nos tornarmos como Ele é.
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