
Jay E. Jensen
Quando era um jovem aluno do ensino médio, desenvolvi um amor pela leitura de bons livros. Tenho certeza que muito de minha motivação veio de minha mãe. Bons livros sempre estavam disponíveis em nossa casa. Nós também tínhamos a biblioteca pública local. O sábado era dia de compras, e minha mãe dirigia a curta distância de Mapleton a Springville, em Utah, para fazer as compras de supermercado da semana. A biblioteca da cidade ficava a uma quadra do mercado e muitas vezes passei meu tempo lendo na biblioteca em vez de segui-la pelos corredores do supermercado – uma tarefa bastante monótona.
De alguma forma, durante todos estes anos de leitura, falhei em aprender a importância da leitura dos prefácios ou introdução dos livros, e tenho certeza que foi minha culpa, e não de meus professores. Mais tarde, na faculdade, aprendi que ler o prefácio é uma das coisas mais importantes a fazer, pois nele conhecemos os propósitos declarados dos autores ou intenções e informações importantes dos antecendentes referentes ao texto.

Élder D. Todd Christofferson - Do Quórum dos Dozer Apóstolos
Sinto-me honrado por poder ter esta oportunidade de compartilhar alguns pensamentos sobre a Expiação e Ressurreição de Jesus Cristo. Tenho lutado, como muitos de vocês, com uma mente limitada a fim de compreender o infinito sacrifício do Salvador. Não pretendo ser capaz de ir às profundezas do assunto, mas espero poder oferecer uma abordagem ou duas que possam nos ser úteis e de encorajamento, conforme refletimos novamente sobre os grandes eventos daqueles poucos dias que fizeram toda a diferença em nossa existência.
Em nossas mentes, tentamos nos colocar de volta no tempo, naquele fim de semana da primeira Páscoa. Hoje é sábado, o Sabbath judeu. Aqui estamos—os eventos de ontem e do dia anterior tiveram um tremendo impacto sobre nós. Era quinta-feira à noite quando a última ceia ocorreu. Depois disso, Jesus passou para além do ribeiro e para o Jardim de Getsêmani e seu sofrimento lá foi tamanho, que nenhum de nós pode totalmente testemunhar ou certamente compreender. Foi talvez nas primeiras horas da manhã de ontem que todo o restante se sucedeu. Ontem, ele foi agredido e abusado por aqueles com autoridade, tanto judeus como romanos. Ele foi finalmente condenado por Pilatos e açoitado. Faz menos de vinte e quatro horas desde que testemunhamos a terrível cena de Sua crucifixação, estando Ele pendurado na cruz e sofrendo intensamente de novo. Foi uma hora muito, muito escura, apesar de não ter se passado muitas horas. Apressadamente colocamos Seu corpo na tumba antes do pôr-do-sol de ontem. Agora, aqui estamos em seu Sabbath. É meio-dia, e estamos divagando, em descrença e confusão. Pensáramos que seria Ele quem salvaria Israel. Pensáramos que Ele era o Messias, mas Ele se foi; Ele está morto.

Boyd K. Packer - Do Quórum dos Doze Apóstolos
Ao se reunir com os Doze em Cesaréia de Filipe, Jesus perguntou: “Quem dizeis que eu sou?” E Simão Pedro, o principal dos Apóstolos, respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:15–16). Mais tarde, Pedro testificou que Jesus “foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo” (I Pedro 1:20). Ele estava “no princípio com o Pai e [é] o Primogênito” (D&C 93:21).
Quando o plano do Pai — o plano de salvação e felicidade (ver Alma 34:9) — foi apresentado (ver Alma 42:5, 8), foi requerido que um de Seus filhos expiasse a fim de proporcionar a redenção e a misericórdia para todos os que aceitassem o plano (ver Alma 34:16; 39:18; 42:15). O Pai perguntou: “Quem enviarei?” E Aquele, que viria a ser conhecido como Jesus, de livre e espontânea vontade respondeu: “Eis-me aqui, envia-me” (Abraão 3:27). “Pai, faça-se a tua vontade e seja tua a glória para sempre” (Moisés 4:2).